ICC é a sigla de insuficiência cardíaca congestiva. Apesar do nome assustador, ela não significa que o coração parou ou está prestes a parar: significa que o músculo do coração não consegue bombear ou se encher de sangue tão bem quanto deveria, e o corpo nem sempre recebe o sangue rico em oxigênio de que precisa. A palavra “congestiva” se refere ao líquido que se acumula nos pulmões, nas pernas ou na barriga quando o bombeamento fica para trás. A insuficiência cardíaca é comum depois dos 65 anos e, segundo o Ministério da Saúde, é a principal causa de reinternação hospitalar no Brasil. Não tem cura, mas é uma das áreas mais estudadas da medicina: os remédios certos, o acompanhamento e as mudanças de hábitos ajudam a maioria das pessoas a se sentir melhor e a ficar fora do hospital por anos.

Este guia explica o que é a insuficiência cardíaca congestiva, os sintomas, as causas, os exames que detectam a doença, os tratamentos, inclusive os oferecidos pelo SUS, e as pesquisas mais recentes.

O que é insuficiência cardíaca congestiva (ICC)?

A insuficiência cardíaca congestiva aparece quando o músculo do coração fica fraco demais, rígido demais, ou as duas coisas, para movimentar o sangue como deveria. Não é um evento súbito como o infarto, e sim uma condição contínua, que pode piorar ao longo de meses ou anos sem tratamento. A insuficiência do lado esquerdo, a forma mais comum, acontece quando o ventrículo esquerdo não consegue bombear ou se encher direito; a do lado direito significa que o coração tem dificuldade de mandar o sangue aos pulmões para receber oxigênio, e muitas vezes surge depois de uma insuficiência esquerda de longa data.

Os médicos também classificam a insuficiência cardíaca pela fração de ejeção, a porcentagem de sangue que o ventrículo esquerdo expulsa a cada batimento; o valor normal fica em torno de 55% a 70%. Na insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr), a câmara de bombeamento enfraqueceu e expulsa 40% ou menos a cada batimento. Na insuficiência com fração de ejeção preservada (ICFEp), o coração ainda contrai normalmente, 50% ou mais, mas ficou rígido demais para se encher bem e, por isso, também não atende às necessidades do corpo. A fração de ejeção levemente reduzida, de 41% a 49%, fica entre as duas. À parte disso, os médicos descrevem o quanto a doença limita o dia a dia usando as classes funcionais da NYHA (New York Heart Association).

Classe NYHAO que significa
Classe ISem limitação; as atividades comuns não causam sintomas
Classe IILimitação leve; as atividades comuns causam cansaço ou falta de ar
Classe IIILimitação importante; atividades menores que as comuns já causam sintomas
Classe IVSintomas mesmo em repouso, e qualquer atividade traz desconforto

Sintomas da insuficiência cardíaca congestiva

O sintoma mais característico da ICC é a falta de ar, que geralmente começa com o esforço, como subir escadas, e pode evoluir para falta de ar em repouso ou ao deitar. Algumas pessoas acordam à noite com sensação de sufocamento, o que os médicos chamam de dispneia paroxística noturna, e dormem melhor com mais travesseiros. Cansaço e menor tolerância ao exercício também são comuns, porque os músculos não recebem o fluxo de sangue de que precisam.

O acúmulo de líquido provoca muitos dos outros sinais clássicos: inchaço nas pernas, nos tornozelos ou na barriga, ganho rápido de peso em poucos dias e uma tosse persistente que às vezes traz catarro rosado ou com sangue. Como esses sintomas podem surgir aos poucos, às vezes são confundidos com o envelhecimento normal, quando na verdade indicam que o coração precisa de atenção.

O que causa insuficiência cardíaca congestiva e quais são os fatores de risco

A insuficiência cardíaca congestiva costuma surgir depois que outra doença danificou ou sobrecarregou o músculo do coração ao longo do tempo. As causas mais comuns são a doença das artérias coronárias e um infarto anterior, que pode deixar o músculo cardíaco enfraquecido para sempre, e a pressão alta de longa data, que obriga o coração a bombear contra uma resistência constante. Reconhecer as artérias estreitadas da doença arterial coronariana e controlar as medidas elevadas da pressão alta são duas das formas mais eficazes de evitar a insuficiência cardíaca. Diabetes, obesidade, doenças das válvulas, arritmias e cardiomiopatias, que são doenças do próprio músculo do coração, são outras causas importantes.

No Brasil, uma causa que merece destaque é a doença de Chagas, infecção pelo parasita Trypanosoma cruzi, transmitida principalmente pelo barbeiro. Segundo o Ministério da Saúde, a fase crônica pode passar anos sem sintomas e depois causar problemas no coração, incluindo insuficiência cardíaca. Outros fatores de risco são o consumo pesado de álcool, alguns quimioterápicos, ter 65 anos ou mais, histórico familiar de insuficiência cardíaca, tabagismo, sedentarismo, apneia do sono e doença renal crônica. Como muitos deles se sobrepõem a outras doenças cardiovasculares e metabólicas, cuidar de todos juntos é a melhor forma de proteger o coração a longo prazo.

Qual o exame que detecta insuficiência cardíaca?

Quando há suspeita de insuficiência cardíaca congestiva, o médico costuma pedir primeiro o exame de sangue BNP ou o exame de sangue NT-proBNP, que medem hormônios liberados pelo coração quando ele está sobrecarregado por líquido e pressão. Um valor alto reforça o diagnóstico, e um valor baixo torna a insuficiência cardíaca menos provável. O protocolo do Ministério da Saúde usa como pontos de corte 35 pg/mL para o BNP e 125 pg/mL para o NT-proBNP, lembrando que a probabilidade de insuficiência cardíaca aumenta quanto mais altos forem os valores e que um resultado positivo precisa ser confirmado pelo ecocardiograma. Esses números exigem contexto: a obesidade pode baixar artificialmente o BNP e o NT-proBNP, enquanto a doença renal e a idade avançada tendem a elevá-los independentemente do coração. O ecocardiograma, um ultrassom do coração, é o exame que define o quadro: ele mede a fração de ejeção para classificar o tipo de insuficiência e avalia as válvulas e a estrutura do coração.

ExameO que mostra
Peptídeo natriurético no sangue (BNP ou NT-proBNP)Sobe quando o coração está sobrecarregado por líquido e pressão; ajuda a confirmar ou afastar a insuficiência cardíaca
EcocardiogramaMede a fração de ejeção e mostra as válvulas e a estrutura do coração; define o tipo de insuficiência
Eletrocardiograma (ECG)Detecta arritmias e sinais de infarto anterior
Raio X de tóraxMostra aumento do coração e acúmulo de líquido nos pulmões

Outros exames de sangue completam a avaliação. Conferir o nível de creatinina e a taxa de filtração glomerular, que estima a função dos rins, é importante porque rins e coração estão muito ligados, e a função renal influencia a dose dos diuréticos e de outros remédios. Acompanhar o nível de sódio e o nível de potássio vira rotina depois do início do tratamento, porque os diuréticos podem baixar os dois, enquanto alguns remédios para insuficiência cardíaca aumentam o potássio. Dosar a troponina ajuda a descartar um infarto, algo relevante porque a doença coronariana e as artérias estreitadas e endurecidas da aterosclerose estão por trás de muitos casos. Medir a hemoglobina glicada (HbA1c) procura diabetes, e dosar o TSH afasta um problema de tireoide, que pode imitar os sintomas. O hemograma completo procura a anemia que pode acompanhar a insuficiência cardíaca, e checar o nível de ferritina e o restante do perfil de ferro é cada vez mais importante, porque a falta de ferro é comum na insuficiência cardíaca, mesmo sem anemia, e é uma causa tratável de cansaço.

Tratamento da insuficiência cardíaca congestiva

O tratamento busca aliviar os sintomas, evitar internações, frear a progressão e prolongar a vida. Na insuficiência com fração de ejeção reduzida, quatro classes de remédios, chamadas de “quatro pilares” do tratamento recomendado pelas diretrizes, formam a base do cuidado. A maioria das pessoas usa uma combinação desses remédios, com doses aumentadas aos poucos, e cada um mostrou, em grandes estudos, reduzir internações e mortes. O Ministério da Saúde informa que o SUS oferece remédios com impacto positivo na sobrevida, como inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA), betabloqueadores, antagonistas da aldosterona, dapagliflozina e sacubitril valsartana, conforme os critérios do protocolo.

AbordagemFunção
IECA, BRA (bloqueadores do receptor da angiotensina) ou sacubitril valsartanaRelaxam os vasos e bloqueiam hormônios que fazem o coração trabalhar mais
BetabloqueadoresDiminuem a frequência cardíaca e o esforço do coração
Antagonistas do receptor mineralocorticoide (como a espironolactona)Bloqueiam um hormônio que provoca retenção de líquido e cicatriz no coração
Inibidores de SGLT2 (como a dapagliflozina)Criados para o diabetes, hoje comprovadamente reduzem internações e mortes em vários tipos de insuficiência cardíaca

Os diuréticos, conhecidos como remédios “para urinar”, aliviam a congestão ajudando os rins a eliminar o excesso de sal e de líquido. Eles melhoram rápido a falta de ar e o inchaço, mas, diferentemente dos quatro pilares, não mostraram prolongar a vida sozinhos: controlam sintomas, e não são uma terapia de sobrevida. Como mexem no equilíbrio de líquidos e de sais, o médico repete periodicamente os exames de função renal e de eletrólitos.

O cuidado diário importa tanto quanto os remédios. Pesar-se toda manhã e avisar a equipe de saúde se ganhar cerca de 1,5 kg em um dia ou de 2 a 2,5 kg em uma semana ajuda a detectar o acúmulo de líquido antes que vire emergência. A maioria das pessoas é orientada a limitar o sódio a cerca de 2.000 a 3.000 mg por dia, o que corresponde a mais ou menos 5 a 7,5 g de sal, e a seguir o limite de líquidos definido pelo médico. A reabilitação cardíaca, um programa supervisionado de exercícios e orientação, ajuda a recuperar o fôlego com segurança e está associada a menos internações e melhor qualidade de vida.

Algumas pessoas se beneficiam de um cardiodesfibrilador implantável, que monitora o ritmo do coração e pode dar um choque para interromper uma arritmia perigosa, ou de um aparelho que ajuda as câmaras do coração a bater de forma coordenada. Nos casos avançados, pode ser considerado um dispositivo de assistência ventricular ou o transplante cardíaco. Como a insuficiência cardíaca congestiva pode piorar rápido, procure atendimento urgente, ou ligue para o SAMU (192), em caso de falta de ar súbita ou intensa, dor no peito, desmaio, confusão mental, tosse com catarro rosado ou espumoso ou ganho rápido de peso, porque esses sinais podem indicar uma descompensação perigosa.

Convivência com a ICC e prognóstico

A insuficiência cardíaca congestiva não tem cura, mas o tratamento recomendado pelas diretrizes, as mudanças de hábitos e o acompanhamento regular ajudam muitas pessoas a reduzir os sintomas, evitar internações e levar uma vida ativa por anos. Sem tratamento, ela pode lesar os rins e o fígado, provocar arritmias perigosas e aumentar o risco de morte súbita. Por isso, manter os remédios e as consultas em dia é importante mesmo quando a pessoa se sente bem.

Muitas pessoas mudam de classe NYHA ao longo do tempo, porque os sintomas podem melhorar com o tratamento ou piorar com uma infecção, um exagero no sal ou uma dose esquecida, e a comunicação constante com a equipe de saúde faz diferença. Controlar doenças associadas, como pressão alta, diabetes e apneia do sono, ajuda a proteger o coração, e com o plano certo a maioria das pessoas aprende a conviver com a insuficiência cardíaca sem ser definida por ela.

Avanços recentes na pesquisa sobre insuficiência cardíaca congestiva

Estudos recentes miraram a insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada ou levemente reduzida, uma forma que por muito tempo teve poucos remédios comprovados. Segundo estudos indexados no PubMed, o ensaio FINEARTS-HF mostrou que a finerenona, um remédio que bloqueia a mesma via hormonal dos antagonistas da aldosterona mais antigos, reduziu de forma significativa os eventos de piora da insuficiência cardíaca e as mortes cardiovasculares em pessoas com fração de ejeção de 40% ou mais (Solomon et al., 2024). O que isso significa para você: passa a existir evidência de um novo remédio para as formas preservada e levemente reduzida, que representam cerca de metade dos casos e antes tinham poucas terapias próprias. O ensaio SUMMIT mostrou que a tirzepatida, remédio desenvolvido para o diabetes e a perda de peso, reduziu em 38% a morte cardiovascular e os eventos de piora da insuficiência cardíaca e melhorou a qualidade de vida em pessoas com ICFEp ligada à obesidade (Packer et al., 2024). O que isso significa para você: quando a insuficiência cardíaca está ligada ao excesso de peso, tratar a obesidade surge como uma estratégia de tratamento legítima.

A falta de ferro também ganhou atenção como um achado que pede ação, e não só como sinal de gravidade. Segundo estudos indexados no PubMed, uma análise adicional do ensaio IRONMAN mostrou que o ferro intravenoso reduziu as internações não planejadas por qualquer causa, e não apenas as ligadas ao coração, em pessoas com insuficiência cardíaca e deficiência de ferro (Cleland et al., 2024). O que isso significa para você: dosar ferritina e o perfil de ferro não serve só para encontrar anemia; corrigir a falta de ferro, mesmo sem anemia, pode diminuir a chance de voltar ao hospital. Juntos, esses estudos marcam uma mudança para uma abordagem com várias frentes na ICFEp, combinando inibidores de SGLT2, finerenona e atenção à falta de ferro.

Glossário dos principais termos sobre insuficiência cardíaca

TermoDefinição
Fração de ejeçãoPorcentagem de sangue que o ventrículo esquerdo expulsa a cada batimento; o normal fica entre 55% e 70%.
ICFErInsuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida: a câmara de bombeamento expulsa 40% ou menos a cada batimento.
ICFEpInsuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada: o coração contrai normalmente, mas é rígido demais para se encher bem.
Peptídeo natriuréticoHormônio, medido como BNP ou NT-proBNP, liberado em maior quantidade quando o coração está sobrecarregado por líquido.
DiuréticoRemédio que ajuda os rins a eliminar o excesso de sal e de líquido para aliviar a congestão.
Classe NYHAEscala de quatro níveis que descreve o quanto a insuficiência cardíaca limita a atividade física.
Tratamento recomendado pelas diretrizesAs classes de remédios que, em estudos, reduziram internações e melhoraram a sobrevida na insuficiência cardíaca.

Perguntas frequentes sobre insuficiência cardíaca congestiva

O que significa ICC?

Na saúde, ICC significa insuficiência cardíaca congestiva: o coração não consegue bombear ou se encher de sangue o suficiente, e o líquido se acumula nos pulmões, nas pernas ou na barriga. No hospital e no prontuário, a sigla aparece com esse sentido. Hoje muitos médicos usam simplesmente “insuficiência cardíaca” (IC).

ICC é a mesma coisa que infarto?

Não. O infarto acontece de repente, quando uma artéria entupida corta o fluxo de sangue para o músculo do coração. A insuficiência cardíaca congestiva é uma condição contínua em que o coração não bombeia ou não se enche de sangue tão bem quanto deveria, e às vezes surge depois de um infarto. Insuficiência cardíaca não quer dizer que o coração parou.

Qual a diferença entre ICFEr e ICFEp?

Na ICFEr, a principal câmara de bombeamento do coração enfraqueceu e expulsa 40% ou menos do sangue a cada batimento. Na ICFEp, ela ainda expulsa 50% ou mais, mas é rígida demais para se encher bem, e por isso também não atende às necessidades do corpo. A fração de ejeção de 41% a 49%, levemente reduzida, fica entre as duas.

Qual é o valor normal e o valor preocupante de BNP ou NT-proBNP?

Os valores de referência variam conforme o laboratório, a idade e o sexo, e o resultado é lido junto com os sintomas, e não por um único corte. O protocolo do Ministério da Saúde usa 35 pg/mL para o BNP e 125 pg/mL para o NT-proBNP como pontos de corte para investigar insuficiência cardíaca. Valores baixos tornam a doença menos provável; valores mais altos reforçam o diagnóstico e refletem o quanto o coração está sobrecarregado. Como a obesidade pode baixar esses valores e a doença renal ou a idade podem aumentá-los, o médico avalia o resultado no contexto.

Qual é a classificação da insuficiência cardíaca segundo a American Heart Association (AHA)?

Dois sistemas são usados juntos. As classes NYHA, de I a IV, descrevem o quanto os sintomas limitam o dia a dia, de nenhuma limitação na classe I a sintomas em repouso na classe IV. Outro sistema, do American College of Cardiology e da American Heart Association, usa os estágios A a D para descrever o quanto a doença avançou, de apenas fatores de risco no estágio A até a insuficiência cardíaca avançada no estágio D.

Quem tem insuficiência cardíaca pode tomar dapagliflozina?

Sim, quando indicada pelo médico. A dapagliflozina é um inibidor de SGLT2, um dos quatro pilares do tratamento, e reduz internações e mortes. No SUS, o protocolo prevê seu uso para adultos com fração de ejeção abaixo de 40%, classe NYHA II a IV e sintomas como falta de ar aos esforços, sinais de congestão ou internações recentes. Não comece nem pare o remédio por conta própria.

Como é a pressão de quem tem insuficiência cardíaca?

Depende. Muitas pessoas têm história de pressão alta, uma das principais causas da doença, e por isso controlar a pressão faz parte do tratamento. Por outro lado, os remédios usados na insuficiência cardíaca baixam a pressão, e nas formas avançadas ela pode ficar baixa. Tontura ao levantar ou medidas muito baixas devem ser comunicadas ao médico, que ajusta as doses.

O que uma pessoa com insuficiência cardíaca não pode fazer?

Em geral, deve evitar excesso de sal, álcool em excesso e cigarro, não deve parar os remédios por conta própria nem usar medicamentos sem orientação, e deve seguir o limite de líquidos indicado pelo médico. Exercício físico não é proibido: na maioria dos casos, atividade supervisionada, como a reabilitação cardíaca, é recomendada. As restrições exatas dependem do estágio da doença.

A insuficiência cardíaca congestiva tem cura ou pode ser revertida?

Não tem cura, mas costuma ser tratável, e a fração de ejeção às vezes melhora quando uma causa reversível, como pressão alta descontrolada ou consumo pesado de álcool, é identificada e tratada. Para a maioria das pessoas, o objetivo é controlar os sintomas e frear a progressão com o tratamento recomendado e hábitos saudáveis.

Quanto sódio e líquido limitar na insuficiência cardíaca congestiva?

A maioria das pessoas é orientada a limitar o sódio a cerca de 2.000 a 3.000 mg por dia, o que geralmente significa cozinhar com menos sal e ler os rótulos dos alimentos. O limite de líquidos é mais individual e é definido pelo médico conforme os sintomas e a gravidade. Pesar-se todos os dias ajuda a ver se o controle está funcionando.

Fontes

  • Ministério da Saúde — Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida (Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 10/2024) — gov.br, 2024 — gov.br
  • Ministério da Saúde — Doença de Chagas — Saúde de A a Z, gov.br, consultado em 2026 — gov.br
  • Ministério da Saúde — SAMU 192 — gov.br, consultado em 2026 — gov.br
  • National Heart, Lung, and Blood Institute — Heart Failure — NHLBI, National Institutes of Health, 2024 (em inglês) — nhlbi.nih.gov
  • Centers for Disease Control and Prevention — About Heart Failure — CDC, 2024 (em inglês) — cdc.gov
  • Mayo Clinic — Heart Failure: Symptoms and Causes — Mayo Clinic, 2023 (em inglês) — mayoclinic.org
  • Solomon et al. — Finerenone in Heart Failure with Mildly Reduced or Preserved Ejection Fraction — New England Journal of Medicine, 2024 (em inglês) — doi.org/10.1056/NEJMoa2407107
  • Packer et al. — Tirzepatide for Heart Failure with Preserved Ejection Fraction and Obesity — New England Journal of Medicine, 2024 (em inglês) — doi.org/10.1056/NEJMoa2410027
  • Cleland et al. — Adjudication of Hospitalizations and Deaths in the IRONMAN Trial of Intravenous Iron for Heart Failure — Journal of the American College of Cardiology, 2024 (em inglês) — doi.org/10.1016/j.jacc.2024.08.052

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