Ringer lactato: o que é, para que serve e diferença do soro fisiológico

O Ringer lactato (ou solução de Ringer com lactato) é um soro transparente, aplicado na veia, que médicos e equipes de enfermagem usam para repor líquidos e sais minerais perdidos pelo corpo. Na prescrição hospitalar, aparece como “RL”, “Ringer com lactato” ou, em textos de língua inglesa, “LR” (lactated Ringer’s). Ele fornece água junto com sódio, potássio, cálcio e lactato, numa composição parecida com a do plasma sanguíneo. No Brasil, é um medicamento de uso restrito a hospitais e vendido sob prescrição médica, como informa a bula. As pessoas costumam receber Ringer lactato em internações, cirurgias, atendimentos de emergência ou no tratamento de desidratação e pressão baixa. Este guia explica o que tem no Ringer lactato, como ele se diferencia de outros soros, como o soro fisiológico, quando os médicos o escolhem e o que dizem as pesquisas atuais sobre soros balanceados.
O que é o Ringer lactato
O Ringer lactato é um cristaloide, ou seja, uma solução de pequenas partículas dissolvidas (eletrólitos) em água, que passa com facilidade entre os vasos e os tecidos. A fórmula contém cloreto de sódio, cloreto de potássio, cloreto de cálcio e lactato de sódio, e a equipe pode acompanhar o efeito no corpo pelos resultados do cloreto no sangue ao longo do tempo. Depois da infusão, o fígado transforma o lactato em bicarbonato, que ajuda a tamponar, isto é, estabilizar, o equilíbrio ácido-base do corpo, processo que aparece nos resultados do bicarbonato no sangue. Como o perfil de eletrólitos se parece com o do plasma, ele é chamado de cristaloide balanceado, diferente do soro fisiológico, que tem só sódio e cloreto.
O nome homenageia o fisiologista Sydney Ringer, que criou uma solução salina parecida na década de 1880; o lactato foi acrescentado depois pelo pediatra Alexis Hartmann. Por isso, alguns países chamam o soro de solução de Hartmann. Seja qual for o nome no prontuário, RL, LR, Ringer com lactato e solução de Hartmann indicam a mesma fórmula básica. Já o “Ringer simples” é outra solução, sem lactato.
O Ringer lactato faz parte da família das soluções praticamente isotônicas, cuja concentração total de partículas fica próxima da do sangue. A bula de um fabricante brasileiro informa osmolaridade de cerca de 273 mOsmol/L, um pouco abaixo da do plasma, e o texto de bula padrão divulgado pela ANVISA chega a descrevê-la como levemente hipotônica. Na prática, essa propriedade permite expandir o volume de sangue com eficiência sem puxar muita água para dentro ou para fora das células, o que ajuda a explicar por que ele é tão usado em tantos tipos de cuidado clínico e cirúrgico.
O que vem no Ringer lactato
Segundo a bula da Fresenius Kabi, cada 100 mL da solução contêm 0,6 g de cloreto de sódio, 0,030 g de cloreto de potássio, 0,020 g de cloreto de cálcio di-hidratado e 0,310 g de lactato de sódio. Em concentração de íons, isso corresponde, por litro, a cerca de 130 mEq de sódio, 108,7 mEq de cloreto, 28 mEq de lactato, 4 mEq de potássio e 2,7 mEq de cálcio, mineral que a equipe pode acompanhar pelo cálcio total no sangue. Esses valores ficam próximos da composição natural do plasma, e é por isso que o soro é descrito como fisiologicamente balanceado, e não apenas sal e água.
Para que serve o Ringer lactato
O Ringer lactato serve principalmente para reidratar e restabelecer o equilíbrio de água e eletrólitos quando há perda de líquidos e de íons cloreto, sódio, potássio e cálcio, e também para prevenir e tratar a acidose metabólica, como descrevem as indicações da bula. Entre os motivos mais comuns de uso estão cirurgias, traumas, queimaduras, desidratação moderada a grave e choque, um estado perigoso que a equipe identifica em parte pelas medidas da pressão arterial, quando a pressão cai tanto que os órgãos podem não receber sangue oxigenado suficiente. Como a composição é próxima da do plasma, dar volumes razoáveis do soro tende a alterar menos o equilíbrio de cloreto do que grandes volumes de soro fisiológico.
O Ringer lactato também pode ajudar a corrigir uma acidose metabólica leve, situação em que o sangue fica mais ácido que o normal e que a equipe costuma investigar com o ânion gap no exame de sangue, porque o lactato é convertido em uma substância tamponante. Ele é usado ainda para manter a veia aberta com gotejamento lento e contínuo (soro de manutenção) entre outros tratamentos e para repor líquidos perdidos por vômitos, diarreia ou suor excessivo numa doença ou em atividade física intensa.
Cirurgiões e anestesistas também usam o Ringer lactato para compensar a perda de sangue e as trocas de líquido que acontecem durante as operações. Como o paciente costuma ficar em jejum por várias horas antes da cirurgia, repor as necessidades básicas de líquido com um cristaloide balanceado ajuda a manter a pressão e a perfusão dos órgãos, ou seja, o fluxo adequado de sangue para os tecidos, durante o procedimento.
Quando cada tipo de soro é usado
A equipe escolhe entre vários soros conforme as necessidades do paciente, os exames de laboratório e o quadro geral. A tabela mostra os cristaloides mais comuns, incluindo o Ringer lactato, e como costumam ser usados.
| Soro | Principais componentes | Usos típicos |
|---|---|---|
| Ringer lactato (RL) | Sódio, cloreto, potássio, cálcio, lactato de sódio | Hidratação em geral, cirurgia, trauma, queimaduras, desidratação moderada, alguns casos de choque |
| Soro fisiológico (cloreto de sódio a 0,9 %) | Só sódio e cloreto | Reposição de líquidos, diluição de medicamentos, situações em que lactato ou potássio devem ser evitados |
| Plasma-Lyte e soluções balanceadas parecidas | Sódio, potássio, magnésio, cloreto, acetato, gluconato | Reanimação e hidratação quando se prefere uma opção balanceada sem lactato |
| Soro glicosado a 5 % | Glicose (açúcar) dissolvida em água | Reposição de água livre, apoio em hipoglicemia leve, veículo para alguns remédios |
O médico decide qual soro serve em cada situação considerando a função dos rins, os eletrólitos no momento, a saúde do fígado e o motivo do tratamento. Nenhum soro é o melhor para todos os casos, por isso os hospitais costumam ter vários tipos e escolhem caso a caso. Na dengue, por exemplo, o manual de manejo clínico do Ministério da Saúde (6ª edição, 2024) orienta a hidratação venosa sobretudo com soro fisiológico a 0,9 %, citando também o Ringer simples em algumas situações.
Quando usar soro fisiológico e quando usar Ringer
O soro fisiológico (cloreto de sódio a 0,9 %) é há muito tempo um soro padrão porque é simples, estável e compatível com a maioria dos medicamentos. Mas ele tem mais cloreto do que o plasma. Grandes volumes podem elevar o cloreto no sangue e, em alguns pacientes, contribuir para uma queda do pH chamada acidose metabólica hiperclorêmica, uma alteração leve que a maioria das pessoas não percebe, mas que aparece nos exames. O Ringer lactato tem menos cloreto e contém o lactato como tampão, o que ajuda alguns pacientes a evitar essa alteração em reposições de grande volume.
A escolha não é simplesmente uma questão de um ser melhor que o outro. O soro fisiológico continua preferido em situações como doença grave do fígado, já que o lactato depende de um fígado funcionante para virar bicarbonato, ou quando o potássio e o cálcio do sangue precisam ser controlados de perto. O Ringer lactato costuma ser preferido na reposição de volume padrão e na hidratação cirúrgica de pacientes sem essas preocupações, e muitos protocolos hospitalares passaram a usar um cristaloide balanceado como primeira opção, salvo quando há motivo claro para o soro fisiológico.
Custo, disponibilidade e protocolos locais também influenciam qual soro um serviço mantém em estoque e usa mais. Alguns prontos-socorros e centros cirúrgicos passaram a usar cristaloides balanceados como o Ringer lactato como primeira escolha na reanimação em geral, deixando o soro fisiológico para situações específicas.
Quem costuma receber Ringer lactato
Pessoas em cirurgia recebem Ringer lactato com frequência para compensar as perdas de líquido do procedimento e do jejum prévio. Os prontos-socorros o usam em vítimas de trauma, queimaduras ou com sinais de perda importante de líquido. Ele também aparece em centros obstétricos, na pediatria e em pacientes que se recuperam de doenças gastrointestinais com vômitos ou diarreia. Atletas com doença grave causada pelo calor às vezes o recebem em atendimento de urgência ou no hospital quando a hidratação pela boca não basta.
Alguns grupos exigem cuidado extra. Pessoas com doença grave do fígado podem não converter bem o lactato em bicarbonato, o que reduz o efeito tampão. Pela bula, a solução é contraindicada em quem tem acidose láctica, alcalose metabólica, excesso de sódio, cálcio, potássio ou cloreto no sangue, lesão do fígado com alteração do metabolismo do lactato e insuficiência renal ou cardíaca. Quem tem resultados alterados de magnésio no sangue ou distúrbios metabólicos específicos também pode precisar de outro soro. O médico revisa a história e os exames atuais, incluindo sódio e potássio, antes de escolher o soro e a velocidade de infusão.
Crianças recebem volumes menores, calculados pelo peso, e as equipes pediátricas ajustam a velocidade com cuidado para não dar líquido de menos nem de mais. Idosos também podem precisar de vigilância maior, porque mudanças do coração e dos rins com a idade afetam a capacidade do corpo de lidar com volume extra.
Como o Ringer lactato é aplicado e acompanhado
O Ringer lactato é de uso exclusivamente intravenoso: a enfermagem o aplica por um cateter fino colocado numa veia, em geral do braço ou da mão, como explica o guia sobre a via intravenosa (endovenosa). A velocidade depende da situação: uma pessoa muito desidratada pode receber um volume maior em pouco tempo, enquanto quem recebe soro de manutenção fica com um gotejamento lento e constante. Bombas de infusão costumam controlar a velocidade exata, em mililitros por hora, para manter a dose precisa.
Durante o tratamento, a equipe acompanha sinais vitais como pressão e frequência cardíaca e observa o local da punção em busca de inchaço, vermelhidão ou vazamento. Em tratamentos mais longos ou com volumes maiores, a equipe pode repetir exames como sódio, potássio, cloreto e creatinina, que reflete a função dos rins, para confirmar que o soro está fazendo o efeito esperado sem criar novos desequilíbrios.
Avanços científicos recentes
As pesquisas dos últimos anos têm comparado soros balanceados, como o Ringer lactato, com o soro fisiológico em pacientes graves, já que os dois são usados o tempo todo em hospitais do mundo inteiro. Uma revisão sistemática com metanálise de 2025, indexada no PubMed, reuniu dados de mais de 12 mil crianças com choque séptico, uma queda grave da pressão causada por infecção, e encontrou que usar soluções balanceadas em vez de soro fisiológico se associou a menor necessidade de suporte renal do tipo diálise e a menos casos de cloreto alto no sangue (DOI: 10.1186/s12887-025-05442-w). Em termos simples, para crianças graves que precisam de muito volume, um soro balanceado parecido com o Ringer lactato pode sobrecarregar um pouco menos os rins, embora a sobrevivência geral tenha sido parecida com os dois tipos. A evidência vem de uma metanálise, que combina vários estudos menores, e tem confiabilidade moderada a boa; a mesma revisão notou um pequeno aumento do tempo de internação com as soluções balanceadas, que ainda precisa ser estudado.
Um ensaio randomizado publicado em 2024 comparou um soro balanceado sem lactato, o Ringer com acetato, com o soro fisiológico em 143 adultos com sepse, uma reação grave do corpo inteiro a uma infecção. O estudo não encontrou diferença significativa nas complicações renais graves em 28 dias, mas quem recebeu soro fisiológico precisou de um pouco mais de dias de ventilação mecânica e teve tendência a acumular mais cloreto (DOI: 10.1097/SHK.0000000000002324). Para o leitor, isso sugere que, em adultos com sepse, os dois tipos de soro se comportam de forma parecida quanto à segurança dos rins, embora o soro fisiológico possa ter chance um pouco maior de efeitos ligados ao cloreto em grandes volumes. Por ser um ensaio de um único centro, com amostra modesta, o achado precisa de confirmação em estudos maiores.
Os registros de ensaios clínicos também mostram pesquisas em andamento com o Ringer lactato. Um ensaio randomizado de três braços na Índia, o SPLID, compara soro fisiológico, Ringer lactato e um soro balanceado mais novo, o Plasma-Lyte, em crianças com choque grave por dengue, acompanhando o cloreto no sangue, a lesão renal e o tempo de recuperação (protocolo publicado, DOI: 10.1186/s13063-026-09630-6). Num país com tanta dengue como o Brasil, resultados assim interessam diretamente às equipes. Outro ensaio de fase 4, o ALCAMIST, está recrutando mais de 2.400 adultos com choque séptico em vários hospitais para ver se acrescentar albumina, uma proteína do sangue, aos cristaloides como o Ringer lactato melhora a sobrevivência em 28 dias em comparação com o cristaloide sozinho (NCT05148286). Esses estudos ainda estão em andamento, mas mostram que a escolha do soro mais seguro e eficaz continua sendo uma área ativa de pesquisa.
Quais são os riscos do Ringer lactato
A maioria das pessoas tolera bem o Ringer lactato quando ele é aplicado de forma adequada e acompanhado por uma equipe treinada. Como só é usado em ambiente de saúde, a enfermagem ou o médico observam reações durante todo o tratamento. Os efeitos possíveis incluem inchaço no local da punção, mudanças na pressão ou nos batimentos e alterações dos eletrólitos se grandes volumes forem dados rápido demais; a bula alerta que a administração intravenosa pode causar sobrecarga de líquidos. Raramente podem ocorrer reações do tipo alérgico, que a equipe está treinada para reconhecer e tratar.
Pessoas com doença grave do fígado, problemas importantes nos rins, cálcio alto ou alguns distúrbios metabólicos podem precisar de outro soro ou de acompanhamento mais próximo. Quem está recebendo soro e nota inchaço, falta de ar, desconforto no peito ou fraqueza incomum deve avisar a equipe logo, porque esses sinais podem indicar sobrecarga de líquido ou desequilíbrio de eletrólitos. Pode diluir medicação em Ringer lactato? Só conforme a orientação da equipe e da bula de cada remédio: a bula do Ringer com lactato alerta que soluções com cálcio não devem ser administradas ao mesmo tempo, no mesmo acesso, que uma transfusão de sangue, por risco de coagulação, nem com medicamentos que possam formar sais de cálcio precipitados.
Perguntas frequentes
Ringer lactato, Ringer com lactato e LR são a mesma coisa?
Sim. Ringer lactato, Ringer com lactato, solução de Ringer com lactato, LR e solução de Hartmann indicam o mesmo soro. As siglas RL e LR são usadas como sinônimos em prescrições e prontuários. O “Ringer simples” é diferente, porque não tem lactato.
O Ringer lactato aumenta o lactato no sangue?
Em pessoas com fígado funcionando bem, o lactato do soro é transformado em bicarbonato e não se acumula no sangue. O lactato no exame de sangue costuma ficar normal no uso habitual, embora quem tem doença importante do fígado possa processá-lo mais devagar.
Ringer lactato serve para desidratação do dia a dia, como numa virose?
Não para uso em casa. É um soro de uso restrito a hospitais e serviços de saúde, indicado em geral para desidratação moderada a grave que não melhora só com líquidos pela boca. A desidratação leve costuma ser tratada com líquidos e soro de reidratação oral em casa, conforme a orientação de um profissional de saúde.
O Ringer lactato é melhor que o soro fisiológico?
Depende do paciente. O Ringer lactato tem composição mais parecida com o plasma e altera menos o cloreto em grandes volumes, mas o soro fisiológico é preferido em situações como doença grave do fígado, necessidade de controle rígido de potássio e cálcio ou incompatibilidade de um remédio com o cálcio. A escolha é do médico, caso a caso.
O Ringer lactato é seguro na gravidez?
Ele é usado com frequência em centros obstétricos quando há indicação de soro na veia. Como qualquer tratamento na gravidez, a decisão depende da situação clínica e é tomada pela equipe obstétrica; a bula orienta que não seja usado por gestantes sem orientação médica.
Como usar Ringer lactato em animais?
O Ringer lactato também é usado na medicina veterinária, mas a dose, a via e a velocidade dependem da espécie, do peso e do quadro do animal. Só o médico-veterinário pode indicar e aplicar o soro com segurança.
O Ringer lactato faz efeito rápido?
Como entra direto na veia, começa a agir no volume de sangue e nos eletrólitos quase de imediato. O efeito clínico, como a melhora da pressão ou dos sinais de desidratação, depende do volume, da velocidade e da doença tratada.
Glossário
| Termo | Definição |
|---|---|
| Cristaloide | Soro transparente com pequenas partículas dissolvidas, como sais, que passam livremente entre os vasos e os tecidos. |
| Eletrólito | Mineral dos líquidos do corpo, como sódio ou potássio, com carga elétrica, importante para nervos e músculos. |
| Cristaloide balanceado | Soro cujo perfil de eletrólitos se parece com o do plasma, ao contrário do soro fisiológico. |
| Acidose metabólica | Situação em que o sangue fica mais ácido que o normal, por doença, problema nos rins ou grandes volumes de soro. |
| Hipercloremia | Cloreto acima do normal no sangue, que pode surgir depois de grandes volumes de soro fisiológico. |
| Osmolaridade | Concentração total de partículas numa solução; a do Ringer lactato fica perto de 273 mOsmol/L. |
| Choque séptico | Queda grave da pressão causada pela reação extrema do corpo a uma infecção. |
| Reanimação volêmica | Tratamento de emergência, muitas vezes com soro na veia, para restaurar o fluxo de sangue e a função dos órgãos. |
| Lesão renal aguda | Queda súbita da função dos rins, que pode resultar de doença grave, desidratação ou alguns tratamentos. |
Leia também
- Saiba como os médicos interpretam o sódio no sangue para avaliar hidratação e eletrólitos.
- Veja como o potássio no sangue é avaliado antes e depois do soro.
- Entenda como a taxa de filtração glomerular acompanha a filtração dos rins.
- Conheça o básico da terapia intravenosa além da escolha do soro.
- Veja como a insuficiência renal crônica influencia as decisões sobre líquidos e eletrólitos.
Fontes
- Mayo Clinic — Lactated Ringer’s (Intravenous Route): Description, Uses, and Side Effects — Mayo Clinic Drugs & Supplements, 2026 (em inglês) — mayoclinic.org
- MedlinePlus (National Library of Medicine, NIH) — Dehydration: Medical Encyclopedia — MedlinePlus, revisado em 2025 (em inglês) — medlineplus.gov
- Fuchs A, et al. — Crystalloid Solutions in Intravenous Fluid Therapy — StatPearls, NCBI Bookshelf, NIH (em inglês) — ncbi.nlm.nih.gov
- Vijendra B, et al. — Balanced Crystalloid Versus Saline for Resuscitation in Pediatric Septic Shock: A Systematic Review and Meta-Analysis — BMC Pediatrics, 2025 (em inglês) — doi.org
- Zhang J, et al. — Acetate Ringer’s Solution Versus Normal Saline Solution in Sepsis: A Randomized, Controlled Trial — Shock, 2024 (em inglês) — doi.org
- Mahajan V, et al. — Standard Therapy Versus Plasmalyte in Children With Dengue Shock Syndrome (SPLID Trial): Study Protocol for a Randomized Controlled Trial — Trials, 2026 (em inglês) — doi.org
- Kim WY (Asan Medical Center) — Albumin and Crystalloid Administration in Septic Shock (ALCAMIST) — ClinicalTrials.gov, NCT05148286, ensaio em recrutamento (em inglês) — clinicaltrials.gov
- Fresenius Kabi Brasil — Solução de Ringer com Lactato: bula para o profissional de saúde — Fresenius Kabi — fresenius-kabi.com
- ANVISA — Solução de Ringer com Lactato: texto de bula padrão — gov.br — gov.br
- Ministério da Saúde — Dengue: diagnóstico e manejo clínico, adulto e criança — 6ª edição, 2024 — gov.br
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