Diverticulite: sintomas, causas, exames, tratamento e alimentação

A diverticulite acontece quando uma ou mais pequenas bolsas que costumam se formar na parede do intestino grosso ficam inflamadas ou infectadas. Essas bolsas, chamadas divertículos, são muito comuns com a idade e, sozinhas, não causam problema nenhum: é o que se chama de diverticulose. A diverticulite é diferente: é o que acontece quando uma dessas bolsas se irrita, provocando dor na barriga e, às vezes, uma infecção mais séria que precisa de cuidado médico. A maioria dos casos tem bom controle, e o tratamento mudou bastante nos últimos anos, ficando mais leve e mais individualizado.
Este guia explica o que é a diverticulite, os sintomas, o que causa a doença, como ela é diagnosticada, os tratamentos, o que comer durante e depois da crise e as pesquisas mais recentes.
O que é diverticulite?
A diverticulose surge quando pequenas bolsas, os divertículos, se projetam para fora por pontos fracos da parede muscular do intestino grosso (cólon), quase sempre no cólon sigmoide, do lado esquerdo e embaixo da barriga. Elas se formam com o tempo, pela pressão dentro do intestino somada às mudanças que a idade provoca na parede, e são comuns: nos Estados Unidos, mais de 30% dos adultos de 50 a 59 anos têm divertículos, número que passa de 70% depois dos 80 anos. A diverticulose costuma ser silenciosa, e a maioria das pessoas só descobre que tem quando os divertículos aparecem por acaso em uma colonoscopia ou em uma tomografia feita por outro motivo.
A diverticulite é o que acontece quando um ou mais desses divertículos inflamam ou, muitas vezes, infeccionam. Menos de 5% das pessoas com diverticulose chegam a ter diverticulite, mas, mesmo assim, ela responde por cerca de 200 mil internações por ano nos Estados Unidos. O Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva descreve a diverticulite aguda como a principal complicação da doença diverticular, mais comum depois dos 40 anos e com incidência que aumenta com a idade. A maioria das crises, cerca de 80% a 85%, é não complicada, ou seja, a inflamação fica restrita à parede do intestino. Os outros 15% a 20% se complicam com abscesso, perfuração, fístula ou obstrução do intestino, problemas que pedem acompanhamento mais de perto e, às vezes, tratamento mais intenso. Saber em qual grupo a crise se encaixa é o centro de todo o tratamento.
O que é mais grave, diverticulite ou diverticulose?
A diverticulite é mais grave. A diverticulose é só a presença dos divertículos, geralmente sem sintomas e sem necessidade de tratamento além de uma alimentação rica em fibras. A diverticulite é a inflamação ou infecção de um desses divertículos, com dor, febre e risco de complicações, e precisa de avaliação médica.
Sintomas da diverticulite
O sintoma mais característico da diverticulite é a dor na barriga, em geral repentina ou que piora aos poucos e sentida na parte de baixo do lado esquerdo do abdômen, onde fica o cólon sigmoide. A região costuma doer ao ser tocada, e a dor muitas vezes vem acompanhada de febre, enjoo ou vômitos e mudança no funcionamento do intestino, como prisão de ventre ou diarreia. Algumas pessoas também notam inchaço ou mal-estar geral, e o CBCD cita ainda calafrios, perda de apetite e sintomas urinários. Esses sintomas podem crescer ao longo de um ou dois dias e costumam ser o que leva a pessoa ao médico ou ao pronto atendimento.
A maioria das crises não é complicada e melhora com tratamento rápido, mas alguns sintomas apontam para um caso complicado e exigem atendimento de emergência. Os sinais de alerta que nunca devem ser ignorados são dor forte ou que piora rápido, febre alta, impossibilidade de segurar líquidos, barriga dura ou muito dolorida ao toque, ou coração acelerado, confusão ou tontura, que sugerem uma infecção generalizada. Como a ruptura de um abscesso ou uma perfuração pode causar peritonite, uma infecção grave da cavidade abdominal, quem tiver esses sinais deve ir ao pronto-socorro ou ligar para o SAMU (192), e não esperar para ver se a dor melhora.
O que causa a pessoa ter diverticulite e quais são os fatores de risco
Acredita-se que a diverticulite comece quando um divertículo fica obstruído ou tem o revestimento lesado, o que deixa as bactérias se multiplicarem e provoca inflamação ou infecção no tecido ao redor. A idade é o maior fator de risco, porque os divertículos ficam mais comuns a cada década de vida, mas outros fatores aumentam a chance de uma crise. Uma alimentação pobre em fibras e rica em carne vermelha por muito tempo, obesidade, tabagismo e sedentarismo estão ligados a um risco maior, assim como o uso regular de anti-inflamatórios, corticoides ou analgésicos opioides. O histórico familiar também conta: segundo o CBCD, cerca de um terço dos casos acontece em famílias em que muitos membros desenvolvem a doença, o que sugere um papel da genética.
Vale saber que a diverticulite tem uma origem diferente de outras doenças que podem causar sintomas parecidos no intestino. Ela não tem a alteração do sistema imunológico que provoca a inflamação intestinal da doença de Crohn ou a inflamação do cólon da colite ulcerativa; ela nasce principalmente das mudanças estruturais do intestino com a idade, somadas à alimentação e ao estilo de vida. Essa diferença importa para o tratamento, porque a diverticulite costuma responder a antibióticos, mudanças na dieta ou drenagem, e não às terapias imunológicas de longo prazo usadas nas doenças inflamatórias intestinais.
Qual é o exame que detecta a diverticulite?
A tomografia computadorizada de abdômen e pelve com contraste é o exame de referência para diagnosticar a diverticulite: ela identifica a doença corretamente na maioria dos casos e mostra complicações como abscesso, perfuração ou fístula. A tomografia confirma o diagnóstico e mostra se o caso é complicado ou não, o que define o plano de tratamento.
| Exame | O que mostra |
|---|---|
| Tomografia de abdômen e pelve (com contraste) | Confirma a diverticulite e identifica complicações como abscesso, perfuração ou fístula; é o exame de referência |
| Leucócitos no hemograma | Um valor alto reforça a presença de infecção ou inflamação |
| Proteína C reativa (PCR) | Sobe com a inflamação; uma elevação forte aumenta a suspeita de doença complicada |
| Calprotectina fecal | Marcador de inflamação intestinal nas fezes, estudado para ajudar a sinalizar crises e recorrências |
| Colonoscopia (6 a 8 semanas depois) | Examina o revestimento do intestino quando a inflamação já passou, para descartar câncer colorretal ou outras doenças |
Dois exames de sangue costumam acompanhar a tomografia. Conferir a contagem de leucócitos no exame de sangue ajuda a confirmar a infecção e pesa na decisão sobre antibióticos ou internação, enquanto medir a proteína C reativa no sangue mostra quanta inflamação existe: uma elevação forte aumenta a suspeita de complicação, como um abscesso, enquanto uma alta menor é típica de inflamação mais leve. Os médicos também estudam o exame de calprotectina fecal, um marcador de inflamação intestinal nas fezes, como forma não invasiva de sinalizar crises e risco de recorrência, embora ele ainda não faça parte da rotina da diverticulite. A colonoscopia feita 6 a 8 semanas depois que os sintomas passam examina diretamente o revestimento para descartar a possibilidade de câncer de intestino ou outras doenças; ela é adiada durante a crise por causa do risco maior de perfuração.
Tratamento da diverticulite
O tratamento da diverticulite depende de o caso ser complicado ou não, e a tendência geral é intervir menos nos casos leves. Para pacientes selecionados, saudáveis, com diverticulite não complicada e sem sinais de infecção generalizada, as evidências apoiam cada vez mais dispensar o antibiótico e fazer um acompanhamento atento, mudança refletida em diretrizes internacionais, como a da American Gastroenterological Association (AGA). Muitas crises leves são tratadas em casa com repouso, controle da dor e uma mudança temporária na alimentação. No Brasil, o acompanhamento costuma ser feito pelo coloproctologista, pelo cirurgião do aparelho digestivo ou pelo gastroenterologista, especialistas citados pelo CBCD.
| Abordagem | Função |
|---|---|
| Observação sem antibiótico | Adequada para pacientes selecionados e saudáveis com diverticulite leve e não complicada |
| Progressão da dieta | Líquidos claros dão descanso ao intestino na crise, com volta gradual às fibras quando os sintomas melhoram |
| Antibióticos | Usados na doença complicada ou quando há febre, doença importante ou fatores de risco |
| Drenagem ou cirurgia | Drena um abscesso maior ou trata perfuração, infecção descontrolada ou obstrução |
Na crise aguda, o médico muitas vezes recomenda um curto período de líquidos claros para dar descanso ao intestino e depois uma volta gradual a alimentos com pouca fibra e, conforme os sintomas melhoram, a alimentos ricos em fibra. Para a dor, em geral se prefere o paracetamol aos anti-inflamatórios, que o CBCD considera contraindicados nessa situação. O velho conselho de evitar para sempre castanhas, sementes, pipoca e alimentos parecidos foi derrubado pelas pesquisas: esses alimentos não aumentam o risco de crise e, na verdade, são boas fontes de fibra. A diverticulite complicada, ou qualquer caso com febre, doença importante ou imunidade baixa, continua precisando de antibiótico; um abscesso maior pode precisar de drenagem por punção, e a peritonite generalizada por perfuração é uma emergência cirúrgica. As orientações atuais desaconselham a cirurgia eletiva de rotina depois de um único episódio não complicado e deixam essa conversa para crises repetidas ou complicadas.
O que fazer quando tem diverticulite?
Diante de dor no lado esquerdo e embaixo da barriga, com ou sem febre, procure avaliação médica para confirmar o diagnóstico e saber se o caso é complicado. Se for leve, siga a orientação de repouso, dieta líquida e depois leve, e analgésico indicado pelo médico, sem tomar anti-inflamatórios por conta própria. Volte ou procure o pronto-socorro se a dor piorar, a febre subir ou você não conseguir beber líquidos.
Quanto tempo leva para curar e como conviver com a diverticulite
A maioria das pessoas que se recupera de uma crise de diverticulite volta a viver normalmente, principalmente depois de um episódio não complicado tratado com repouso, ajuste da alimentação e remédios, se necessário. Nos casos leves, a melhora costuma vir em poucos dias, e a recuperação completa leva algumas semanas, mas o tempo varia com a gravidade e com a presença de complicações. Como os divertículos não desaparecem depois de formados, algumas pessoas têm outra crise, mas muitas nunca têm um segundo episódio. Manter hábitos de longo prazo, como alimentação rica em fibras, exercício regular, peso saudável e não fumar, reduz de forma real a chance de a diverticulite voltar.
Para algumas pessoas, o intestino continua sensível por um tempo depois que a inflamação passa, e não é raro notar inchaço, cólicas ou um intestino imprevisível, parecido com os sintomas persistentes da síndrome do intestino irritável. Vale montar com o médico um plano de fibras e rever os sintomas que não se acalmam. Para quem teve um episódio complicado ou crises repetidas, o acompanhamento ajuda a decidir se o melhor caminho a longo prazo é a observação, o controle pela alimentação ou a conversa sobre cirurgia.
Qual é o pior alimento para quem tem diverticulite?
Não existe um único alimento proibido para sempre. Durante a crise, o médico costuma pedir líquidos claros e depois comidas leves e com pouca fibra. Fora da crise, o padrão que mais se associa a risco é uma alimentação pobre em fibras e rica em carne vermelha e alimentos ultraprocessados, enquanto frutas, verduras, legumes, grãos integrais, castanhas e sementes ajudam a prevenir novas crises.
Avanços recentes na pesquisa sobre diverticulite
Segundo estudos indexados no PubMed, um estudo de melhoria de qualidade de 2025, feito em um serviço de emergência da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, mostrou que um protocolo clínico formal e a capacitação dos profissionais reduziram o uso de antibiótico oral na diverticulite não complicada confirmada por imagem, sem diferença em retornos ao pronto-socorro, internações, drenagens ou cirurgias de emergência em 90 dias entre quem usou e quem não usou antibiótico (Lee et al., 2025). O que isso significa para você: dados da prática real confirmam o que estudos anteriores sugeriam: muitos pacientes saudáveis e bem selecionados, com diverticulite não complicada, podem dispensar o antibiótico com segurança, sob orientação médica.
Uma revisão sistemática com metanálise de 2026, que reuniu mais de 7.000 pacientes que melhoraram inicialmente sem cirurgia de um abscesso diverticular, mostrou que retirar parte do cólon depois (colectomia eletiva) reduziu a chance de nova diverticulite, mas quase dobrou a chance de precisar de uma estomia (bolsa de colostomia) em comparação com continuar só em observação (Akbarpoor et al., 2026). O que isso significa para você: operar depois que o abscesso melhora é uma troca real entre menos crises e mais chance de estomia, e a decisão deve ser individual, não automática. Em outro estudo, de 2025, com mais de 600 pacientes atendidos no pronto-socorro com diverticulite aguda, tanto a PCR quanto a relação neutrófilos-linfócitos, calculada a partir do hemograma comum, ajudaram a prever quem precisaria de cirurgia ou drenagem (Ho et al., 2025). O que isso significa para você: a PCR, um exame barato e amplamente disponível, continua sendo uma forma válida de avaliar a gravidade da crise, e combinações de marcadores podem refinar ainda mais essa triagem.
Glossário dos principais termos sobre diverticulite
| Termo | Definição |
|---|---|
| Divertículos | Pequenas bolsas que se projetam para fora por pontos fracos da parede do intestino grosso. |
| Diverticulose | Presença de divertículos sem inflamação nem infecção, geralmente sem sintomas. |
| Diverticulite | Inflamação ou infecção de um ou mais divertículos. |
| Diverticulite não complicada | Inflamação restrita à parede do intestino, sem abscesso, perfuração ou outra complicação. |
| Diverticulite complicada | Diverticulite com abscesso, perfuração, fístula ou obstrução do intestino. |
| Cólon sigmoide | Parte final do intestino grosso, em forma de S, do lado esquerdo e embaixo da barriga, onde os divertículos mais se formam. |
| Drenagem percutânea | Procedimento com agulha, guiado por imagem, que drena um abscesso sem cirurgia aberta. |
Perguntas frequentes sobre diverticulite
Qual a diferença entre diverticulose e diverticulite?
Diverticulose é a presença de pequenas bolsas, os divertículos, na parede do intestino grosso; é comum depois dos 50 anos e geralmente não dá sintomas. Diverticulite é quando uma ou mais dessas bolsas inflamam ou infeccionam, causando dor, febre e outros sintomas que precisam de atenção médica. Em resumo, a diverticulose são as bolsas, e a diverticulite é a crise de uma delas.
Quanto tempo leva para curar uma diverticulite?
Nas crises leves e não complicadas, a dor e a febre costumam melhorar em poucos dias com repouso, dieta e, quando indicado, antibiótico, e a recuperação completa leva algumas semanas. Casos complicados, com abscesso ou perfuração, demoram mais e podem exigir internação, drenagem ou cirurgia. Se não houver melhora em dois ou três dias, volte ao médico.
Diverticulite é câncer ou pode virar câncer?
Não. A diverticulite é uma inflamação, e não um câncer. Mas, como os sintomas e a imagem às vezes se confundem com um tumor no intestino, a colonoscopia costuma ser feita 6 a 8 semanas depois da crise, para examinar o intestino e descartar câncer colorretal ou outras doenças.
Diverticulite pode passar sem antibiótico?
Sim, para muitas pessoas com diverticulite leve e não complicada, as orientações atuais apoiam a observação cuidadosa sem antibiótico em vez do tratamento automático. Essa conduta é reservada a pacientes saudáveis, sem sinais de infecção generalizada, e é decidida com o médico depois que a imagem confirma que o caso não é complicado. A diverticulite complicada, ou com febre alta ou doença importante, ainda precisa de antibiótico.
Quem tem diverticulite pode comer castanhas, sementes e pipoca?
Sim, castanhas, sementes, pipoca e alimentos parecidos são seguros para a maioria das pessoas com diverticulose ou histórico de diverticulite. O antigo conselho de evitá-los para sempre foi derrubado pelas pesquisas, que não encontraram aumento do risco de crise; na verdade, eles são boas fontes de fibra. Durante a crise, o médico costuma indicar líquidos claros e depois comidas com pouca fibra até os sintomas melhorarem, seguidas da volta gradual a uma alimentação rica em fibras.
Quando a diverticulite é emergência?
Vá ao pronto-socorro ou ligue para o SAMU (192) se houver dor forte ou que piora rápido, febre alta, impossibilidade de segurar líquidos ou barriga dura ou muito dolorida ao toque. Esses sinais podem indicar uma complicação, como perfuração ou infecção que se espalha, que precisa de avaliação rápida e às vezes de tratamento de emergência. É sempre melhor ser examinado do que esperar sintomas que podem ser graves.
Preciso de cirurgia para diverticulite?
A maioria das pessoas nunca precisa de cirurgia. A cirurgia de emergência fica reservada para complicações graves, como perfuração com peritonite ou obstrução que não se resolve. A cirurgia eletiva, feita depois e de forma planejada, é considerada para crises complicadas repetidas ou abscesso que volta, mas as orientações atuais não a recomendam de rotina depois de um único episódio não complicado, porque a decisão pesa menos crises contra riscos cirúrgicos reais.
Fontes
- Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD) — O que pode causar a diverticulite aguda? Entenda! — cbcd.org.br, 2022 — cbcd.org.br
- Ministério da Saúde — SAMU 192 — gov.br, consultado em 2026 — gov.br
- National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases — Symptoms & Causes of Diverticular Disease — NIDDK, 2021 (em inglês) — niddk.nih.gov
- Mayo Clinic — Diverticulitis — Mayo Clinic, 2023 (em inglês) — mayoclinic.org
- Cleveland Clinic — Diverticulitis — Cleveland Clinic Health Library, 2024 (em inglês) — my.clevelandclinic.org
- Lee JS, Carmichael H, Bellen BA, et al. — Outpatient Management of Acute Sigmoid Diverticulitis: Education and a Clinical Pathway Reduced Antibiotic Use Without Compromise in Clinical Outcomes — Diseases of the Colon & Rectum, 2025 (em inglês) — doi.org/10.1097/DCR.0000000000004006
- Akbarpoor F, Delgado LM, Aakef K, et al. — Elective Colectomy Versus Observation Following Initial Nonoperative Success in Hinchey Ib/II Diverticulitis: A Systematic Review and Meta-Analysis — The American Surgeon, 2026 (em inglês) — doi.org/10.1177/00031348261423926
- Ho YT, Perera OM, Ayeni FE, et al. — A Retrospective Study on Use of Neutrophil-Lymphocyte Ratio as a Prognostic Measurement to Assess Acute Diverticulitis — ANZ Journal of Surgery, 2025 (em inglês) — doi.org/10.1111/ans.70220
Leia também
- Conheça um marcador mais sensível de inflamação escondida neste guia sobre a PCR ultrassensível e a inflamação silenciosa.
- Veja como os médicos procuram sangramentos escondidos neste guia sobre a pesquisa de sangue oculto nas fezes.
- Ganhe confiança para ler seus resultados com este guia sobre valores de referência, alertas e próximos passos no laudo.
Entenda seus exames com a BloodSense
O cuidado com a diverticulite depende de mais do que a tomografia: os leucócitos, a PCR e marcadores mais novos, como a calprotectina fecal, ajudam a equipe de saúde a avaliar a gravidade da crise e a decidir se ela pode ser apenas acompanhada de perto ou se precisa de tratamento mais ativo. Ver onde cada valor está em relação aos valores de referência, e como ele muda de um exame para o outro, torna os resultados mais fáceis de discutir com o seu médico.
A BloodSense traduz o laudo completo em linguagem simples, mostrando o que cada marcador significa e ajudando você a acompanhar as mudanças ao longo do tempo, em vez de ler um número isolado. O relatório não é um diagnóstico e não substitui a avaliação do seu médico.



