A catapora, chamada na medicina de varicela, é uma doença comum que causa manchas vermelhas com coceira, bolhas cheias de líquido e casquinhas, muitas vezes com febre baixa. Ela é causada pelo vírus varicela-zóster, um dos vírus mais contagiosos que existem, mas na maioria das crianças saudáveis é uma doença controlável, que passa sozinha em uma a duas semanas. A catapora é bem menos comum hoje do que já foi, porque uma vacina muito eficaz previne a grande maioria dos casos, e no Brasil ela faz parte do Calendário Nacional de Vacinação do SUS. A maioria das pessoas que pega catapora se recupera totalmente com cuidados simples em casa. Este guia explica o que é a catapora, seus sintomas, causas, como é feito o diagnóstico, os tratamentos disponíveis e as pesquisas mais recentes.

O que é catapora (varicela)?

A catapora é uma infecção aguda e altamente contagiosa causada pelo vírus varicela-zóster (VVZ), da família dos herpesvírus. Depois que o vírus infecta uma pessoa, geralmente pelo ar ou pelo contato direto com o líquido das bolhas de alguém doente, ele se espalha pelo corpo e produz, em algumas semanas, as típicas manchas e bolhas com coceira. Como se espalha com muita facilidade, quase todo mundo tinha catapora antes de existir a vacina, na maioria das vezes na primeira infância. Segundo o Ministério da Saúde, ela é mais frequente em crianças e aparece mais no fim do inverno e no início da primavera.

A vacinação mudou muito esse quadro. Nos Estados Unidos, desde o início do programa de vacinação contra a catapora em 1995, os casos caíram mais de 97 %, evitando cerca de 91 milhões de infecções e tornando raros os casos graves, as internações e as mortes. A catapora ainda pode acontecer em quem nunca foi vacinado e também, geralmente de forma mais leve, em algumas pessoas vacinadas, e por isso vale reconhecê-la, mesmo sendo bem menos comum do que antes.

Sintomas da catapora

Os sintomas da catapora costumam começar entre 10 e 21 dias depois do contágio, com a maioria das pessoas adoecendo por volta de 14 a 16 dias depois. Um ou dois dias antes das manchas, muitas pessoas, principalmente adolescentes e adultos, têm uma fase inicial leve, com febre, cansaço, dor de cabeça e falta de apetite; crianças pequenas muitas vezes pulam essa fase, e as manchas são o primeiro sinal percebido.

Como identificar se é catapora?

Dá para suspeitar de catapora quando aparecem manchas vermelhas com muita coceira que viram bolhas e depois casquinhas, começando no tronco, no rosto ou no couro cabeludo, e quando há ao mesmo tempo lesões em fases diferentes. As manchas surgem em “ondas” sucessivas, e não todas de uma vez. Cada nova lesão começa como um pequeno caroço vermelho que coça, logo se enche de líquido claro e vira uma bolha, depois fica turva e seca em uma crosta em um ou dois dias. Como novas ondas continuam aparecendo por vários dias enquanto as mais antigas já estão em bolha ou casquinha, a pessoa com catapora costuma ter caroços, bolhas e crostas na pele ao mesmo tempo, a característica clássica que identifica a doença. As lesões costumam começar no peito, nas costas e no rosto antes de se espalharem, e podem chegar a cerca de 250 a 500 ao longo de cinco a dez dias, muitas vezes com coceira intensa.

Qual o pior dia da catapora?

Em geral, os piores dias são os primeiros dias depois do aparecimento das manchas, quando novas ondas de bolhas continuam surgindo, a coceira é mais intensa e pode haver febre. Quando as novas lesões param de aparecer e as bolhas começam a secar, a pessoa costuma se sentir bem melhor.

Como a catapora é transmitida? Causas e fatores de risco

A catapora é causada pelo vírus varicela-zóster, que passa com facilidade pelas gotículas eliminadas quando a pessoa doente tosse ou espirra e pelo contato direto com o líquido das bolhas. Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão acontece de 1 a 2 dias antes do aparecimento das lesões na pele até que todas estejam na fase de crosta, e a criança deve ficar afastada da creche ou da escola por 7 dias a partir do início das manchas. Cerca de 9 em cada 10 pessoas da casa que nunca tiveram a doença nem tomaram a vacina pegam catapora depois desse tipo de exposição. Entender a latência por toda a vida das infecções por herpesvírus ajuda a explicar por que o VVZ, parente dos vírus que causam o herpes labial e genital, nunca é eliminado totalmente do corpo depois da infecção.

O maior fator de risco para pegar catapora é simplesmente nunca ter tido a infecção nem tomado a vacina, e é por isso que o contato próximo em casa, na escola e na creche a espalha com tanta eficiência. Qualquer pessoa pode ter complicações, mas a doença grave é mais provável em bebês, adolescentes e adultos, gestantes e pessoas com imunidade baixa. Como estar vacinado é o principal fator que separa quem está protegido, manter as duas doses em dia é a forma mais eficaz de reduzir o risco.

Como é feito o diagnóstico da catapora

A catapora geralmente é diagnosticada clinicamente, ou seja, o médico a reconhece pelas lesões, sem exames. A pista mais forte é o momento: como novas ondas aparecem por vários dias enquanto as lesões anteriores já estão em bolha ou crosta, costumam ser vistas lesões em várias fases ao mesmo tempo, o que diferencia a catapora de manchas que aparecem todas de uma vez. Crianças saudáveis com lesões típicas e contato conhecido geralmente não precisam de confirmação em laboratório.

FaseComo é
PápulaUm pequeno caroço vermelho com coceira; a primeira fase de cada nova lesão
VesículaUma bolha com líquido claro que se forma sobre a base vermelha
PústulaA bolha fica turva e muitas vezes se rompe
Crosta (casquinha)A lesão seca e vira uma casquinha ao cicatrizar, geralmente em cerca de uma semana

Os exames ficam mais úteis quando o quadro não é claro, como em uma pessoa vacinada com lesões leves, em um adulto ou em alguém com imunidade baixa. O PCR do líquido de uma bolha recente é o exame preferido e mais confiável para confirmar a infecção ativa. A dosagem de anticorpos IgG contra varicela não diagnostica um caso ativo, mas confirma se a pessoa já é imune, e por isso os médicos a pedem para profissionais de saúde, na gravidez e antes de tratamentos que baixam a imunidade. O IgM não é recomendado para o diagnóstico, porque os resultados muitas vezes não são confiáveis, e medir anticorpos logo depois das duas doses da vacina também não é recomendado de rotina, já que os exames comuns não são sensíveis o bastante para confirmar a imunidade dada pela vacina.

Tratamento da catapora

A maioria das crianças e adultos saudáveis se recupera da catapora sozinha, e o tratamento busca aliviar a coceira, vigiar complicações e limitar a transmissão. Segundo o Ministério da Saúde, em geral são usados analgésicos e antitérmicos para a dor e a febre e anti-histamínicos (antialérgicos) para a coceira; as bolhas não devem ser coçadas e as crostas não devem ser arrancadas.

O que fazer quando se tem catapora?

Quem tem catapora deve ficar em casa, longe de gestantes, bebês e pessoas com imunidade baixa até todas as lesões virarem crostas, aliviar a coceira com banhos frescos, loção de calamina e antialérgico orientado pelo médico, manter as unhas curtas e limpas, tomar bastante líquido e usar paracetamol para a febre. Nunca dê ácido acetilsalicílico (AAS, aspirina) e procure atendimento se surgirem sinais de alerta.

AbordagemPapel
Cuidados em casaLoção de calamina, banhos frescos com aveia ou bicarbonato e antialérgicos aliviam a coceira; unhas curtas e limpas ajudam a evitar infecção por coçar
ParacetamolO remédio adequado para controlar a febre e o mal-estar
Antiviral (aciclovir ou valaciclovir)Usado em quem tem mais risco de doença grave; funciona melhor quando começa nas primeiras 24 horas das manchas
Vacina contra varicela (duas doses)Vacinação de rotina que previne a maioria das infecções e deixa os casos em vacinados bem mais leves
Profilaxia depois da exposiçãoVacina ou imunoglobulina específica contra varicela-zóster aplicada logo depois do contato, para prevenir ou atenuar a doença em quem não é imune

Duas regras de segurança valem para qualquer caso de catapora em criança ou adolescente. O ácido acetilsalicílico (AAS, aspirina) nunca deve ser dado, porque usá-lo em uma doença viral como a catapora aumenta o risco de síndrome de Reye, uma doença rara, mas grave, que afeta o fígado e o cérebro. O ibuprofeno e outros anti-inflamatórios também devem ser evitados, porque foram ligados a infecções de pele por bactéria mais graves. O paracetamol é a escolha adequada para febre e desconforto. Para quem tem mais risco de doença grave, um antiviral como aciclovir ou valaciclovir funciona melhor quando começa nas primeiras 24 horas depois do aparecimento das manchas, e só o médico pode indicá-lo.

Vacina contra catapora no SUS

A forma mais eficaz de evitar a catapora é a vacina, com eficácia de cerca de 90 % com as duas doses, que também deixa os casos em vacinados bem mais leves. No Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, a criança recebe a 1ª dose da vacina varicela aos 15 meses e a 2ª dose aos 4 anos; quando a vacina monovalente não está disponível, pode ser usada a tetraviral, que protege também contra sarampo, caxumba e rubéola. Quem teve contato com a doença e não é imune ainda pode ser protegido: a vacina logo depois da exposição pode ajudar, e, para pessoas de maior risco que não podem ser vacinadas, existe uma imunoglobulina específica contra o vírus, que deve ser aplicada nos primeiros dias depois do contato. Confira sua situação vacinal na UBS ou no Meu SUS Digital.

Recuperação, complicações e prognóstico

A maioria das pessoas se recupera totalmente da catapora em uma a duas semanas; manter as unhas curtas, tomar banhos frescos e usar loção de calamina ajudam a evitar cicatrizes de coçar. As complicações são incomuns em crianças saudáveis, mas mais prováveis em bebês, adolescentes, adultos, gestantes e pessoas com imunidade baixa; podem incluir infecções de pele por bactéria, desidratação e, mais raramente, inflamação do cérebro ou do cerebelo. Reconhecer cedo a tosse e a falta de ar da pneumonia, uma das complicações mais sérias em adultos, permite tratar mais rápido. A catapora no início da gravidez traz um risco pequeno, mas real, de cerca de 0,4 % a 2 %, de síndrome da varicela congênita, que afeta a pele, os membros e o sistema nervoso do bebê, e lesões pouco antes ou pouco depois do parto podem causar doença grave no recém-nascido; por isso gestantes expostas ou com sintomas devem procurar o médico logo.

Quantos dias dura a catapora?

A catapora costuma durar de uma a duas semanas. As novas lesões aparecem por cerca de cinco dias, e as bolhas viram casquinhas em aproximadamente uma semana. A pessoa deixa de transmitir quando todas as lesões estão em fase de crosta.

A catapora se cura sozinha?

Sim, na maioria das crianças e adultos saudáveis a catapora se cura sozinha, e o tratamento serve para aliviar os sintomas e evitar complicações. Gestantes, recém-nascidos, adultos e pessoas com imunidade baixa devem procurar o médico logo, porque podem precisar de antiviral.

A catapora não termina completamente quando as lesões somem. O vírus caminha pelos nervos até gânglios perto da coluna e do cérebro, chamados gânglios da raiz dorsal, onde fica adormecido, muitas vezes por décadas, controlado pelo sistema imunológico. Mais tarde, principalmente quando a imunidade cai com a idade ou com doenças, o vírus pode voltar a se ativar. Entender a erupção dolorosa em faixa do herpes-zóster, o cobreiro, mostra por que quem já teve catapora carrega por toda a vida a chance dessa segunda doença, e por que uma pessoa não vacinada pode pegar catapora de alguém com herpes-zóster ativo.

Avanços científicos recentes na pesquisa da catapora

Segundo pesquisas indexadas no PubMed, os exames para catapora nos Estados Unidos nem sempre seguem as diretrizes. Um estudo de 2025 no American Journal of Preventive Medicine, que analisou cinco grandes bases de dados de planos de saúde americanos de 2016 a 2023, mostrou que os exames de anticorpos para VVZ, principalmente o IgG, foram pedidos 50 a 60 vezes mais que o PCR, e que o IgM, embora não recomendado, ainda representava até 11 % dos exames (Raparti et al., 2025). O que isso significa para você: o PCR do líquido da bolha é o exame certo para confirmar a infecção ativa, e o IgG, e não o IgM, é o exame certo para verificar a imunidade. Um relatório de 2024 do MMWR descreveu um surto prolongado, de vários anos, entre imigrantes recém-chegados a Nova York, em grande parte não vacinados, de 2022 a 2024, mesmo com os casos no país perto dos menores níveis já registrados (Graham et al., 2024). O que isso significa para você: a catapora não desapareceu, e bolsões de baixa cobertura vacinal ainda permitem surtos reais.

Um estudo de 2026 na revista Vaccine acompanhou mais de 5,7 milhões de pessoas vacinadas na China e mostrou que o risco de catapora em vacinados aumentou com o tempo desde a última dose, chegando a até cinco vezes mais para quem estava a três anos ou mais da última dose, em comparação com quem tinha sido vacinado no ano anterior; uma segunda dose reduziu esse risco em cerca de 70 % em relação a uma dose só (Wang et al., 2026). O que isso significa para você: a proteção pode diminuir com o tempo, e completar as duas doses recomendadas dá uma proteção bem mais forte e duradoura, a lógica por trás do esquema de duas doses também usado no Brasil.

Glossário dos principais termos da catapora

TermoDefinição
Vírus varicela-zóster (VVZ)O herpesvírus que causa a catapora e, ao se reativar mais tarde na vida, o herpes-zóster.
PródromoSintomas iniciais, como febre e cansaço, que podem aparecer um ou dois dias antes das manchas.
VesículaUma pequena bolha com líquido claro; uma das fases de cada lesão da catapora.
Onda (surto) de lesõesUm novo grupo de lesões; a catapora produz várias ondas ao longo da doença.
Varicela em vacinadoCatapora em uma pessoa vacinada, geralmente mais leve do que em alguém sem vacina.
Profilaxia pós-exposiçãoVacina ou imunoglobulina aplicada logo depois do contato para prevenir ou atenuar a doença.
Herpes-zóster (cobreiro)Erupção dolorosa causada pela reativação do vírus adormecido, muitas vezes décadas depois da catapora.
TetraviralVacina que protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela.

Perguntas frequentes sobre catapora

Por quanto tempo a catapora é contagiosa?

A pessoa com catapora transmite o vírus de 1 a 2 dias antes das manchas até que todas as bolhas tenham virado crosta, geralmente 5 a 7 dias depois. Como ela passa pelo ar e pelo contato com o líquido das bolhas, o mais seguro é evitar outras pessoas até todas as lesões secarem, principalmente gestantes e pessoas com imunidade baixa.

Como são as lesões da catapora em cada fase?

As lesões começam como pequenos caroços vermelhos (pápulas) que logo viram bolhas com líquido (vesículas), depois ficam turvas e secam em casquinhas. Novas ondas continuam aparecendo por vários dias, então a pessoa costuma ter caroços, bolhas e casquinhas ao mesmo tempo, o sinal mais claro de que se trata de catapora.

Dá para pegar catapora depois de vacinado?

Sim, mas é incomum e geralmente leve. Vacinados que pegam catapora costumam ter menos bolhas, pouca ou nenhuma febre e uma doença mais curta do que quem nunca foi vacinado. Esse risco aumenta um pouco com o tempo desde a última dose, um dos motivos pelos quais as duas doses importam.

Posso dar ibuprofeno para criança com catapora?

Não. O ibuprofeno e outros anti-inflamatórios devem ser evitados durante a catapora, porque foram ligados a infecções de pele por bactéria mais graves. O AAS (aspirina) nunca deve ser dado a criança ou adolescente com catapora, ou com qualquer doença viral, por causa do risco de síndrome de Reye, uma doença rara, mas grave. O paracetamol é a escolha adequada.

Qual a diferença entre catapora e herpes-zóster (cobreiro)?

A catapora é a primeira infecção pelo vírus varicela-zóster, geralmente na infância, com lesões que coçam espalhadas pelo corpo. O herpes-zóster acontece quando esse mesmo vírus adormecido volta a se ativar mais tarde, causando uma erupção dolorosa, geralmente limitada a uma faixa de um lado do corpo. Uma pessoa não vacinada pode pegar catapora de alguém com herpes-zóster ativo.

Quando procurar o médico por causa da catapora?

Procure o médico se as lesões chegarem aos olhos, ficarem quentes, vermelhas, inchadas ou doloridas, o que pode indicar infecção por bactéria, ou se houver febre alta, falta de ar, sonolência fora do comum, rigidez no pescoço ou desidratação. Quem tem mais risco de doença grave, incluindo gestantes, recém-nascidos e pessoas com imunidade baixa, deve procurar o médico assim que houver suspeita de catapora. Em emergência, ligue para o SAMU (192).

Fontes

  • Centers for Disease Control and Prevention — Clinical Overview of Chickenpox (Varicella) — CDC, 2024 — cdc.gov (em inglês)
  • Mayo Clinic — Chickenpox — Mayo Clinic, 2024 — mayoclinic.org (em inglês)
  • Cleveland Clinic — Chickenpox — Cleveland Clinic Health Library, 2023 — my.clevelandclinic.org (em inglês)
  • Raparti L, Leung J, Anderson TC, Wakeman B, Beard S, et al. — Varicella-Zoster Virus Testing in Clinical Practice in the U.S., 2016–2023 — American Journal of Preventive Medicine, 2025 — doi.org (em inglês)
  • Graham KA, Arciuolo RJ, Matalka O, Isaac BM, Jean A, et al. — Varicella Outbreak Among Recent Arrivals to New York City, 2022–2024 — MMWR Morbidity and Mortality Weekly Report, 2024 — doi.org (em inglês)
  • Wang J, Li S, Zhou W, Huang J, Huang Y, et al. — Breakthrough varicella infection: a retrospective cohort study based on large-scale real-world data in Guangxi, China, 2014–2025 — Vaccine, 2026 — doi.org (em inglês)
  • Ministério da Saúde — Catapora (Varicela) — gov.br, 2025 — gov.br
  • Ministério da Saúde — Calendário Nacional de Vacinação — gov.br, 2026 — gov.br
  • Ministério da Saúde — Meu SUS Digital — gov.br, 2025 — gov.br
  • Ministério da Saúde — SAMU 192 — gov.br, 2025 — gov.br

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A catapora geralmente é diagnosticada só olhando as lesões, mas os exames de laboratório ainda têm papel de apoio, seja para confirmar um caso duvidoso com PCR, seja para dosar o IgG e saber se alguém é realmente imune antes da gravidez, de um tratamento que baixa a imunidade ou de um trabalho na área da saúde. Um resultado de anticorpo fica mais fácil de usar quando é explicado em linguagem simples, e não deixado como um número isolado no laudo.

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